O segundo dia de Humaitá Pra Peixe prometia mais calmaria, serenidade. Bem diferente da pauleira do Instituto na estréia. A galera que foi sentou no chão, era mais “classuda”. Também, iam tocar Rodrigo Sha e Thalma de Freitas, dois novos expoentes de um som mais chegado ao chill-out, ao lounge. Rodrigo tem futuro, o cara é novo, toca e canta bem. Está lançando o trabalho de estréia, Corpo e Alma por Rodrigo Sha. No show, abusou dos efeitos de pedais e na empolgação, mas mostrou garra, essencial para novos talentos.

Agora, a Thalma foi um absurdo. Cantora (e atriz) excelente cercada por músicos nota 1.000, escolheu um repertório campeão (MPB + Jazz), conquistou a todos com humildade e simpatia única. Seu som exigia um silêncio completo, tipo aquele de Teatro Municipal, e não foi raro ouvir o toque dos celulares em momentos introspectivos das canções. Numa hora ela tava começando a cantar uma música, ao som somente do piano (de seu pai, Laércio de Freitas), e um celular tocava insistentemente. Ela parou a música, falou que queria atender ao telefone, de quem era e tal…

Quando descobriram, o celular era dela !!! Um momento descontraído e raro…. Resumindo: emocionante. E ela tem o mundo pela frente.


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